Quando se é uma designer graduada no Brasil, nos primórdios da era digital e tudo o que te ensinaram como "bom design" está baseado em padronizar, organizar e criar regras para a fiel reprodução de suas criações, chega a hora do questionamento: Este padrão já não se esgotou? Tudo isso não está chato demais? O usuário, o consumidor desse design também não gostaria de participar, de alguma maneira dessa criação?
Por esse caminhos de incertezas e curiosidades me deparei com o termo "design cambiante", cunhado pos Rudinei Kopp, jovem professor gaúcho, que discorre em seu livro "Design Gráfico Cambiante" as características históricas e culturais que determinam a quebra de paradigmas e impermanência dos cânones do bom design.
Abro esse espaço para discutir, apresentar projetos e manifestações da estética cambiante ao redor do mundo. Aguardo sua participação.
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